Marcelo,

Meninas,ontem foi um dia que começou muito dificil perém acabou da melhor forma.Eu e o Marcelo acordamos ontem discutindo.Ele me trouxe para o serviço e nem se despediu direito de mim.Saí do carro com o coração partido.Entrei na empresa e liguei pra ele.Discutimos mais um pouco e quando já estava chegando a hora do almoço ele me ligou dizendo que estava aqui na porta me esperando pra irmos almoçar juntos.Almoçamos num restaurante super gostosinho e depois ele me trouxe.Estavámos namorando e fazendo as pazes pois a noite ele iria particípar da feira de empreendedor que tá tendo aqui em BH.Então,quando foi a tarde ele me liga deizend que tava ralando na feira e que iria demorar pra chegar em casa.Aproveitei a dexa e quando fui embora parei num shopping aqui perto e comprei taças, prato (lindinho),velas e ingredientes pra fazer uma torta pra ele.Cheguei em casa correndo pra deixar tudo prontinho.Tomei banho e quando estou fazendo a massa da torta ele chega ![]()
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Ele chegou duas horas mais cedo do que o esperado aff.Estragou a surpresa!Quase chorei de raiva!Eu não queria deixar ele entrar e ver mas,não teve jeito.Ele entrou viu as coisas e foi tomar banho. Fiquei fazendo as coisas e quando a torta ficou pronta ele foi pra sala.Eu arrumei a mesa acendi as velas e chamei ele.rsrs Ahhhh detalhe o Lucas também participou do jantar romântico kkkkÉ que se fosse só para o Marcelo seria mais tarde e o Lucas já estaria dormindo Mas,como ele chegou cedo o Lucas não poderia ficar de fora.Jantamos,namoramos e depois fomos dormir.Quando foi de madrugada eu acordo com o Marcelo me agradecendo pelo jantar.Ele disse que foi a coisa mais linda que eu já fiz pra ele
e que ficou feliz demais.Me pediu desculpas por ter estragado a surpresa e disse que tá mais apaixonado ainda.
Hoje ele acordou todo doce.Estamos muito felizes.Graças a Deus.Um bjo a todas e ótimo dia.
Meu lindo,eu te amo demais!!!!
Obrigado SENHOR!!!!
Postado por Nêssa às 10h44
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Coincidência ou plano de Deus... Muito interessante e muito bom
No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria,Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme
fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear
por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente.
Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s.
Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele
homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local. A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram ferida, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momento, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila..."
Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.
(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome." Salmos 100:4
Postado por Nêssa às 11h46
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